Nos dias 14 e 15 de setembro de 2017, foi realizada a 1a Reunião da Rede de Pesquisa em Tuberculose dos BRICS, no Hotel Novo Mundo, Rio de Janeiro

Nesta reunião foi estabelecida a Rede de Pesquisa em Tuberculose dos BRICS seguindo da deliberação da 6a Reunião dos Ministros da Saúde dos BRICS realizada em Nova Deli, India, em 16 de dezembro de 2016

Participaram representantes dos Programas de Controle de Tuberculose dos Ministérios da Saúde, representantes da Academia e Instituições de Pesquisa dos cinco países pertencentes aos BRICS, e representante da área de Pesquisa do Programa Global de Tuberculose da Organização Mundial da Saúde. 

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Evaluation of a Rapid Molecular Drug-Susceptibility Test for Tuberculosis

(Artigo em Inglês)

Background

Fluoroquinolones and second-line injectable drugs are the backbone of treatment regimens for multidrug-resistant tuberculosis, and resistance to these drugs defines extensively drug-resistant tuberculosis. We assessed the accuracy of an automated, cartridge-based molecular assay for the detection, directly from sputum specimens, of Mycobacterium tuberculosis with resistance to fluoroquinolones, aminoglycosides, and isoniazid.

 

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Através do seu Grupo Temático de Saúde Mental, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva - Abrasco assina e divulga o manifesto de docentes e pesquisadores brasileiros da Saúde em defesa da Reforma Psiquiátrica e de uma política de Saúde Mental digna e conteporânea.

A assistência à saúde mental no Brasil atravessou profundas e importantes mudanças desde a promulgação da constituição de 1988. A Lei 10.216, de abril de 2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental - e que foi conquistada após anos de espera, veio dar o enquadre legal para a transformação da rede de serviços públicos. Entre os anos de 2001 e 2014 houve uma expansão importante de serviços comunitários (como os Centro de Atenção Psicossocial - CAPS, unidades especializadas em saúde mental para tratamento e reinserção social de pessoas com transtorno mental grave e persistente) chegando em 2006 a importante inversão do padrão do gasto público.

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Na próxima reunião do RePORT Internacional que ocorrerá em 12 e 13 de setembro no Rio de Janeiro, a Rede TB indicou pesquisadores nacionais para participar do evento, além dos co-investigadores principais, coordenadores de
Áreas da Rede TB. 

Reunião Anual do Regional Prospective Observational Research in Tuberculosis (RePORT) International.

12-13 de setembro de 2017
Hotel Pestana
Rio de Janeiro, Brasil

Tema: Tuberculose e co-morbidades: implicações para controle e eliminação da tuberculose

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O Brasil tem agora um Comitê Comunitário de Acompanhamento de Pesquisas em tuberculose (CCAP TB/Brasil) ), o espaço que pretende atuar junto a pesquisadores e gestores considerando os olhares da comunidade sobre os projetos de pesquisa, teve sua primeira reunião nos dias 25 e 26 de agosto (sexta e sábado), no instituto Clemente Ferreira em São Paulo, e discutiu diversos aspectos relacionados ao tema. Atualmente 188 pesquisas, relacionadas à tuberculose, estão sendo desenvolvidas no país com financiamento do DECIT (Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde).

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A Rede TB participou recentemente, no período de 10/07/17 a 14/07/17 na cidade de Acra – Ghana, Africa, de mais uma reunião do “The End TB Transmission Initiative (ETTI) Working Group (WG)” do STOP TB, cuja visão é promover uma ampla discussão para o fim da transmissão da tuberculose institucional e na comunidade. Dentro desse escopo, suas ações prioritárias são a disseminação de evidências que suportem as melhores práticas de controle da TB, assim como, o monitoramento dessas implementações nos diversos cenários do mundo. Outro aspecto relevante sobre o ETTI WG, diz respeito ao fortalecimento de bases da pesquisa a profissionais que queiram desenvolver, implementar ou mesmo analisar as melhores práticas em suas realidades de trabalho.

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Em 11 e 12 de julho de 2017, em Brasília, foi realizada da Comissão  Intersetorial  de Atenção à  saúde de Pessoas  com Patologias  (CIASPP), no Conselho Nacional de Saúde (CNS).

No encontro, foi apresentado o documento que traça estratégias para acabar com a doença no Brasil até 2035.

O objetivo foi debater o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose, e obter uma nova resolução do CNS, (substituindo a res.CNS 444/2011) em consonância com a nova estratégia nacional TB do Ministério da Saúde proposta em junho de 2017 (Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública), seguindo a recomendação da Oganização Mundial da Saúde

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A entrevista da Série Especial do Dia Mundial do Combate à Tuberculose dessa semana é com o professor Liandro Lindner.

 

O Ministério da Saúde tem o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como uma de suas metas. Este plano, além das ações usuais de controle de TB (Pilar 1), inova ao inserir a Proteção Social (Pilar 2) e a Pesquisa e Inovação (Pilar 3). Quais são as maiores dificuldades para que esse Plano possa ser bem sucedido? O que se deve fazer para que isso não ocorra?


A ampliação de ações vinculadas a proteção social, de modo integrador e que valorize o ser humano, é um dos maiores desafios desta gestão do Programa Nacional de Controle de Tuberculose (PNCT) do Ministério da Saúde, e de todo o atual governo. Vivemos num momento difícil em que a exclusão tem sido norma, com o recrudescimento de propostas higienistas que pregam a internação compulsória, o isolamento de populações mais vulneráveis a espaços restritos.

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Manhã de 12/7/2017), no 33º Congresso do CONASEMS, com a presença de aproximadamente mil secretários municipais de saúde em Brasília, o Dep. Antonio Brito, Presidente da Frente Parlamentar de Luta Contra a Tuberculose na Câmara, juntamente com a Coordenadora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) e o Diretor do DEVIT/SVS/MS, Denise Arakaki e João Paulo Toledo, respectivamente, apresentaram e debateram o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública até 2035.

O Dep. Antonio Brito foi representando o Grupo de Trabalho da Comissão de Seguridade Social e Família destinado ao acompanhamento deste Plano Nacional, lançado no mês de junho pelo Governo Federal.

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Documento traça estratégias para acabar com a doença no Brasil até 2035. Nos últimos 10 anos, a incidência de casos no país caiu 20%

O Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (29), durante a 15ª Edição da Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi), o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose. O plano ratifica o compromisso com a Organização Mundial da Saúde (OMS) de reduzir a incidência da doença na população mundial, que hoje é de 33,7 casos para cada 100 mil habitantes. A meta é chegar a menos de 10 casos por 100 mil habitantes até o ano de 2035. O Brasil também assume o compromisso de reduzir o coeficiente de mortalidade para menos de 1 óbito por 100 mil habitantes.

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Sobre a Rede TB

A Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB) é uma Organização Não Governamental (ONG) de direito privado sem fins lucrativos, preocupada em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.


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