A Rede TB participou recentemente, no período de 10/07/17 a 14/07/17 na cidade de Acra – Ghana, Africa, de mais uma reunião do “The End TB Transmission Initiative (ETTI) Working Group (WG)” do STOP TB, cuja visão é promover uma ampla discussão para o fim da transmissão da tuberculose institucional e na comunidade. Dentro desse escopo, suas ações prioritárias são a disseminação de evidências que suportem as melhores práticas de controle da TB, assim como, o monitoramento dessas implementações nos diversos cenários do mundo. Outro aspecto relevante sobre o ETTI WG, diz respeito ao fortalecimento de bases da pesquisa a profissionais que queiram desenvolver, implementar ou mesmo analisar as melhores práticas em suas realidades de trabalho.

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Em 11 e 12 de julho de 2017, em Brasília, foi realizada da Comissão  Intersetorial  de Atenção à  saúde de Pessoas  com Patologias  (CIASPP), no Conselho Nacional de Saúde (CNS).

No encontro, foi apresentado o documento que traça estratégias para acabar com a doença no Brasil até 2035.

O objetivo foi debater o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose, e obter uma nova resolução do CNS, (substituindo a res.CNS 444/2011) em consonância com a nova estratégia nacional TB do Ministério da Saúde proposta em junho de 2017 (Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública), seguindo a recomendação da Oganização Mundial da Saúde

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A entrevista da Série Especial do Dia Mundial do Combate à Tuberculose dessa semana é com o professor Liandro Lindner.

 

O Ministério da Saúde tem o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como uma de suas metas. Este plano, além das ações usuais de controle de TB (Pilar 1), inova ao inserir a Proteção Social (Pilar 2) e a Pesquisa e Inovação (Pilar 3). Quais são as maiores dificuldades para que esse Plano possa ser bem sucedido? O que se deve fazer para que isso não ocorra?


A ampliação de ações vinculadas a proteção social, de modo integrador e que valorize o ser humano, é um dos maiores desafios desta gestão do Programa Nacional de Controle de Tuberculose (PNCT) do Ministério da Saúde, e de todo o atual governo. Vivemos num momento difícil em que a exclusão tem sido norma, com o recrudescimento de propostas higienistas que pregam a internação compulsória, o isolamento de populações mais vulneráveis a espaços restritos.

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Manhã de 12/7/2017), no 33º Congresso do CONASEMS, com a presença de aproximadamente mil secretários municipais de saúde em Brasília, o Dep. Antonio Brito, Presidente da Frente Parlamentar de Luta Contra a Tuberculose na Câmara, juntamente com a Coordenadora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) e o Diretor do DEVIT/SVS/MS, Denise Arakaki e João Paulo Toledo, respectivamente, apresentaram e debateram o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública até 2035.

O Dep. Antonio Brito foi representando o Grupo de Trabalho da Comissão de Seguridade Social e Família destinado ao acompanhamento deste Plano Nacional, lançado no mês de junho pelo Governo Federal.

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Documento traça estratégias para acabar com a doença no Brasil até 2035. Nos últimos 10 anos, a incidência de casos no país caiu 20%

O Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (29), durante a 15ª Edição da Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi), o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose. O plano ratifica o compromisso com a Organização Mundial da Saúde (OMS) de reduzir a incidência da doença na população mundial, que hoje é de 33,7 casos para cada 100 mil habitantes. A meta é chegar a menos de 10 casos por 100 mil habitantes até o ano de 2035. O Brasil também assume o compromisso de reduzir o coeficiente de mortalidade para menos de 1 óbito por 100 mil habitantes.

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O STAG-TB fornece conselhos técnicos e estratégicos objetivos e contínuos para a OMS relacionados aos cuidados e controle da TB. Os objetivos da STAG-TB são fornecer ao Diretor-Geral, através do Programa Global de TB, uma avaliação independente dos aspectos estratégicos, científicos e técnicos das atividades de TB da OMS, reveja o progresso e os desafios nas funções principais da OMS relacionadas à tuberculose, reveja e faça Recomendações sobre comitês e grupos de trabalho, e fazer recomendações sobre as prioridades da OMS em atividades de TB.

Veja a matéria completa clicando aqui (em inglês)

 

Faleceu na manhã desta sexta-feira, 23 de junho, aos 74 anos, o professor da Faculdade de Farmácia e coordenador do Instituto Nacional De Ciência e Tecnologia em Tuberculose (INCT-TB)Diógenes Santiago Santos. O velório ocorre hoje, a partir das 16h30min, na sala 1 do Crematório Metropolitano, na av. Prof. Oscar Pereira, 584 – Azenha, Porto Alegre. A cerimônia de despedida está marcada para às 20h45min.

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A entrevista da Série Especial do Dia Mundial do Combate à Tuberculose dessa semana é com a professora Silvana Spindola.

 

O Ministério da Saúde tem o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como uma de suas metas. Este plano, além das ações usuais de controle de TB (Pilar 1), inova ao inserir a Proteção Social (PIlar 2) e a Pesquisa e Inovação (Pilar 3). Quais são as maiores dificuldades para que esse Plano possa ser bem sucedido? O que se deve fazer para que isso não ocorra?

Melhor interação entre os pilares, reuniões a participação ampla do Ministério da Saúde, ONGs, representantes da sociedade civil, Ministério da Educação, entre outros, além dos pesquisadores, para discussão em conjunto de ações e financiamentos.

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No dia 6 de junho foi instalado o Grupo de Trabalho para acompanhamento do Plano Nacional Pelo Fim da Tuberculose, vinculado a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara Federal (CSSF). O Deputado Antônio Brito, presidente da Frente Parlamentar de Luta Contra a Tuberculose foi o autor do requerimento. 

O grupo irá promover o levantamento de informações junto aos Ministérios da Saúde, de Ciência Tecnologia, Educação, Desenvolvimento Social, Justiça, estados, municípios, Academia e Sociedade civil para elaboração de um relatório com as conclusões, que será apresentado à CSSF.

Participaram do ato a coordenadora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde, Denise Arakaki; o pesquisador e presidente da Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (Rede TB), Afranio kritski; o secretário executivo do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), Jurandi Frutuoso; o coordenador do Observatório da Tuberculose no Brasil, Carlos Basilia; e membros de entidades que atuam no combate à doença no Brasil.

 

A chamada para aplicações de candidatos a membros do CCAP TB BRASIL (Comitê Comunitário de Acompanhamento das Pesquisas em Tuberculose no Brasil) está aberta de 7 a 21 de junho de 2017! 

O Comitê Diretivo-Constitutivo do Comitê Comunitário de Acompanhamento das Pesquisas em Tuberculose no Brasil (CCAP TB BRASIL), ligado à Rede Brasileira de Pesquisas em Tuberculose (REDE-TB, faz público este edital de seleção de membros comunitários para o CCAP TB BRASIL. Este edital se destina a selecionar, das regiões metropolitanas de mais alta carga de tuberculose no Brasil, até quinze pessoas de perfil comunitário ou com consistente inserção comunitária ligados ao movimento de enfrentamento da tuberculose no Brasil, interessados em acompanhar as pesquisas desenvolvidas no País e no exterior, buscando contribuir para a aplicação dos melhores resultados de pesquisa em políticas públicas. Este edital não se destina a profissionais de saúde e/ou acadêmicos em particular.

Para se inscrever, preencha o formulário online clicando aqui. A inscrição só será efetivada se houver a carta de apresentação e currículo.

 

Sobre a Rede TB

A Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB) é uma Organização Não Governamental (ONG) de direito privado sem fins lucrativos, preocupada em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.


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