A entrevista da Série Especial do Dia Mundial do Combate à Tuberculose dessa semana é com o professor Liandro Lindner.

 

O Ministério da Saúde tem o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como uma de suas metas. Este plano, além das ações usuais de controle de TB (Pilar 1), inova ao inserir a Proteção Social (Pilar 2) e a Pesquisa e Inovação (Pilar 3). Quais são as maiores dificuldades para que esse Plano possa ser bem sucedido? O que se deve fazer para que isso não ocorra?


A ampliação de ações vinculadas a proteção social, de modo integrador e que valorize o ser humano, é um dos maiores desafios desta gestão do Programa Nacional de Controle de Tuberculose (PNCT) do Ministério da Saúde, e de todo o atual governo. Vivemos num momento difícil em que a exclusão tem sido norma, com o recrudescimento de propostas higienistas que pregam a internação compulsória, o isolamento de populações mais vulneráveis a espaços restritos.

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Manhã de 12/7/2017), no 33º Congresso do CONASEMS, com a presença de aproximadamente mil secretários municipais de saúde em Brasília, o Dep. Antonio Brito, Presidente da Frente Parlamentar de Luta Contra a Tuberculose na Câmara, juntamente com a Coordenadora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) e o Diretor do DEVIT/SVS/MS, Denise Arakaki e João Paulo Toledo, respectivamente, apresentaram e debateram o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública até 2035.

O Dep. Antonio Brito foi representando o Grupo de Trabalho da Comissão de Seguridade Social e Família destinado ao acompanhamento deste Plano Nacional, lançado no mês de junho pelo Governo Federal.

O objetivo foi ampliar o diálogo sobre o enfrentamento da doença nos próximos anos com os secretários de Saúde de todo o país, visando uma pactuação e o compromisso com o aprimoramento das ações pela eliminação da tuberculose no Brasil.

 Essa participação da TB no CONASEMS, foi fruto de uma reunião anterior em Brasília do Grupo de Trabalho para acompanhamento do Plano Nacional Pelo Fim da Tuberculose, que por meio do convite da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose, contou com a presença do diretor executivo do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), Jurandir Frutuoso que articulou essa agenda TB junto ao Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde – CONASEMS.

Documento traça estratégias para acabar com a doença no Brasil até 2035. Nos últimos 10 anos, a incidência de casos no país caiu 20%

O Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (29), durante a 15ª Edição da Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi), o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose. O plano ratifica o compromisso com a Organização Mundial da Saúde (OMS) de reduzir a incidência da doença na população mundial, que hoje é de 33,7 casos para cada 100 mil habitantes. A meta é chegar a menos de 10 casos por 100 mil habitantes até o ano de 2035. O Brasil também assume o compromisso de reduzir o coeficiente de mortalidade para menos de 1 óbito por 100 mil habitantes.

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O STAG-TB fornece conselhos técnicos e estratégicos objetivos e contínuos para a OMS relacionados aos cuidados e controle da TB. Os objetivos da STAG-TB são fornecer ao Diretor-Geral, através do Programa Global de TB, uma avaliação independente dos aspectos estratégicos, científicos e técnicos das atividades de TB da OMS, reveja o progresso e os desafios nas funções principais da OMS relacionadas à tuberculose, reveja e faça Recomendações sobre comitês e grupos de trabalho, e fazer recomendações sobre as prioridades da OMS em atividades de TB.

Veja a matéria completa clicando aqui (em inglês)

 

Faleceu na manhã desta sexta-feira, 23 de junho, aos 74 anos, o professor da Faculdade de Farmácia e coordenador do Instituto Nacional De Ciência e Tecnologia em Tuberculose (INCT-TB)Diógenes Santiago Santos. O velório ocorre hoje, a partir das 16h30min, na sala 1 do Crematório Metropolitano, na av. Prof. Oscar Pereira, 584 – Azenha, Porto Alegre. A cerimônia de despedida está marcada para às 20h45min.

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A entrevista da Série Especial do Dia Mundial do Combate à Tuberculose dessa semana é com a professora Silvana Spindola.

 

O Ministério da Saúde tem o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como uma de suas metas. Este plano, além das ações usuais de controle de TB (Pilar 1), inova ao inserir a Proteção Social (PIlar 2) e a Pesquisa e Inovação (Pilar 3). Quais são as maiores dificuldades para que esse Plano possa ser bem sucedido? O que se deve fazer para que isso não ocorra?

Melhor interação entre os pilares, reuniões a participação ampla do Ministério da Saúde, ONGs, representantes da sociedade civil, Ministério da Educação, entre outros, além dos pesquisadores, para discussão em conjunto de ações e financiamentos.

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No dia 6 de junho foi instalado o Grupo de Trabalho para acompanhamento do Plano Nacional Pelo Fim da Tuberculose, vinculado a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara Federal (CSSF). O Deputado Antônio Brito, presidente da Frente Parlamentar de Luta Contra a Tuberculose foi o autor do requerimento. 

O grupo irá promover o levantamento de informações junto aos Ministérios da Saúde, de Ciência Tecnologia, Educação, Desenvolvimento Social, Justiça, estados, municípios, Academia e Sociedade civil para elaboração de um relatório com as conclusões, que será apresentado à CSSF.

Participaram do ato a coordenadora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde, Denise Arakaki; o pesquisador e presidente da Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (Rede TB), Afranio kritski; o secretário executivo do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), Jurandi Frutuoso; o coordenador do Observatório da Tuberculose no Brasil, Carlos Basilia; e membros de entidades que atuam no combate à doença no Brasil.

 

A chamada para aplicações de candidatos a membros do CCAP TB BRASIL (Comitê Comunitário de Acompanhamento das Pesquisas em Tuberculose no Brasil) está aberta de 7 a 21 de junho de 2017! 

O Comitê Diretivo-Constitutivo do Comitê Comunitário de Acompanhamento das Pesquisas em Tuberculose no Brasil (CCAP TB BRASIL), ligado à Rede Brasileira de Pesquisas em Tuberculose (REDE-TB, faz público este edital de seleção de membros comunitários para o CCAP TB BRASIL. Este edital se destina a selecionar, das regiões metropolitanas de mais alta carga de tuberculose no Brasil, até quinze pessoas de perfil comunitário ou com consistente inserção comunitária ligados ao movimento de enfrentamento da tuberculose no Brasil, interessados em acompanhar as pesquisas desenvolvidas no País e no exterior, buscando contribuir para a aplicação dos melhores resultados de pesquisa em políticas públicas. Este edital não se destina a profissionais de saúde e/ou acadêmicos em particular.

Para se inscrever, preencha o formulário online clicando aqui. A inscrição só será efetivada se houver a carta de apresentação e currículo.

 

A entrevista da Série Especial do Dia Mundial do Combate à Tuberculose dessa semana é com os professores Andrea Rossoni e Clemax Sant Anna, ambos da Área de Pediatria.

 

O Ministério da Saúde tem o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como uma de suas metas. Este plano, além das ações usuais de controle de TB (Pilar 1), inova ao inserir a Proteção Social (PIlar 2) e a Pesquisa e Inovação (Pilar 3). Quais são as maiores dificuldades para que esse Plano possa ser bem sucedido? O que se deve fazer para que isso não ocorra?

Acredito que as maiores dificuldades para erradicação da tuberculose seriam: Identificar e tratar os pacientes de forma adequada.

Para isso deve-se implementar as ferramentas diagnósticas e capacitar os profissionais para o seu uso, objetivando diagnósticos mais precoces e sensíveis. Como também reforçar o tratamento de forma adequada e o Tratamento diretamente observado (TDO) para diminuir o abandono. 

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Prezados (as) conferencistas, palestrantes e coordenadores de Mesas Redondas

 
Inicialmente, agradecemos imensamente a sua participação no VI Workshop Nacional da Rede TB, a realizar-se em 22-23 de junho de 2017, no Hotel Novo Mundo, Rio de Janeiro
 
Em anexo está a versão atual do Programa do Evento. A organização pede que, caso indicado, sugerir mudanças no título de sua apresentação, até dia 02 de junho. 
 
 
 
Afranio Kritski e Julio Croda

Sobre a Rede TB

A Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB) é uma Organização Não Governamental (ONG) de direito privado sem fins lucrativos, preocupada em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.


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