Neste momento de crise financeira e política que o país perpassa, e seguindo a recomendação do STAG (Conselho Deliberativo) da Organização Mundial da Saúde (OMS) no fortalecimento do Plano Global de Eliminação da Tuberculose (clique aqui e veja página 20, item 4), a incorporação do Pilar 3 (Pesquisa) nas ações dos Programas Nacionais de Controle de Tuberculose (PNCT) nos países de alta carga, somente será possível com a participação efetiva de Rede Nacional cooperativa de relacionamentos em pesquisa. A OMS considera como modelo a ser utilizado, as atividades desenvolvidas pela Rede Brasileira de Pesquisa em TB (Rede TB), nos últimos 15 anos, na qual pesquisadores da UFRJ, USP e Fiocruz tem exercido um papel protagonista, conforme mencionado por Carlos Basilia do Observatório Tuberculose Brasil em 08 de novembro de 2016 (clique aqui e veja).

Segundo Basilia, pesquisadores da Fiocruz, UFRJ e USP centralizam a maior produtividade em artigos científicos no país. Abordagem analítica de redes sociais (pontos de relacionamentos de artigos científicos) como foi descrita no texto veiculado no Observatório Tuberculose da ENS-Fiocruz é bem vinda. 

Entretanto, tornou-se consenso na literatura (clique aqui e veja mais), o quão importante tem sido focar na capacidade de pesquisadores e organizações promoverem inovações internas em paralelo à incorporação de conhecimento científico e tecnológico produzido externamente.

Na área de pesquisa, desenvolvimento e inovação em saúde, situam-se de um lado os insumos importantes para o sistema de saúde - como fármacos e medicamentos, vacinas, reativos para diagnóstico e equipamentos e, de outro, conceitos e práticas inovadoras para o aperfeiçoamento dos sistemas de saúde e da saúde pública. Para isto tornar-se realidade, é necessária a democratização da participação dos maiores interessados - os pacientes. (clique aqui e veja mais)

Neste cenário, é crucial fortalecer um modelo organizacional de Redes de Pesquisa constituída por pesquisadores, gestores, profissionais de saúde de diferentes instituições e representantes da Sociedade Civil, que priorize a troca de conhecimentos, financiamentos comuns, protagonismo na ciência tecnologia e inovação por meio de uma estrutura orgânica de relacionamento, como a Rede TB tem proposto desde 2001, e descrita nesse link



Afranio Kritski - FM-UFRJ / Presidente da Rede TB
Julio Croda - FM - UFGD - Fiocruz / Vice Presidente da Rede TB


Sobre a REDE-TB

A Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB) é uma Organização Não Governamental (ONG) de direito privado sem fins lucrativos, preocupada em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.


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