O Brasil tem agora um Comitê Comunitário de Acompanhamento de Pesquisas em tuberculose (CCAP TB/Brasil) ), o espaço que pretende atuar junto a pesquisadores e gestores considerando os olhares da comunidade sobre os projetos de pesquisa, teve sua primeira reunião nos dias 25 e 26 de agosto (sexta e sábado), no instituto Clemente Ferreira em São Paulo, e discutiu diversos aspectos relacionados ao tema. Atualmente 188 pesquisas, relacionadas à tuberculose, estão sendo desenvolvidas no país com financiamento do DECIT (Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde).

Durante esses dois dias, cerca de vinte ativistas de todas as regiões do Brasil debaterem o cenário político e tecnológico do país. Pesquisadores de diversas áreas, ligados à Rede Brasileira de Pesquisas deTuberculose (REDE-TB), apresentaram o desenvolvimento de suas pesquisas e debateram a possibilidade de interações com a sociedade civil. As realidades regionais foram destacadas, bem como particularidades a serem consideradas, tais como: as coinfecções com o HIV e hepatites virais, a proteção social da pessoa com tuberculose, orçamentos e prioridades para as pesquisas. Para Carla Almeida, do GAPA/RS, o espaço é importante “ para a formação e articulação política num campo que ainda tem participação reduzida da sociedade civil.” Já José Carlos Veloso, da Rede Paulista de Controle da Tuberculose, identifica a necessidade de ações conjuntas dos segmentos sociais para que “ a voz do engajamento comunitário seja ouvida junto às instâncias de decisão dos projetos”. O pesquisador Ezio Távora, da REDE-TB, um dos idealizadores do espaço, avalia que o primeiro encontro foi “ muito positivo para a criação e organização de uma rede de trocas de experiências e criação de canais de envolvimento comunitário mais efetivo.”

Os membros foram escolhidos numa seleção que levou em consideração o currículo, experiências e realidades regionais. A coordenação do CCAP TB BRASIL é colegiada, formada por ativistas ligados à área demobilização social da Rede TB. Ao final do encontro os membros definiram um plano de trabalho, até o dezembro próximo, elencando como prioridades o mapeamento de pesquisas que estão em andamento e o estudo aprofundado do Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose, recém lançado pelo Ministério da Saúde, que prevê ações até 2035.

Maiores informações com:

Carla Almeida (Fone 51-9107-3333)

José Carlos Veloso (Fone 11- 99176-1733)

Ezio Távora (Fone 21- 98824-4490)


Sobre a REDE-TB

A Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB) é uma Organização Não Governamental (ONG) de direito privado sem fins lucrativos, preocupada em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.


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