Definição da área: 

A área da REDE TB para Pesquisa Operacional (PO) inclui a investigação de serviços de saúde, com o objetivo de avaliar os serviços de saúde, os resultados e o processo pelo qual a assistência é prestada. Os métodos da PO incluem avaliações de saúde quantitativa e qualitativa do serviço, bem como estudos epidemiolégicos observacionais. Pretende-se conduir estes estudos para melhorar o desempenho do programa e os resultados, avaliando a eficácia de novas estratégias e intervenções no controle da TB.

Objetivo:

  • disponibilizar informações aos serviços de saúde para subsidiar a formulação, o planejamento e a execução de políticas públicas no controle da tuberculose;
  • contribuir para a formação de recursos humanos para o desenvolvimento de pesquisas que avaliem a prestação de serviço ao doente de tuberculose;
  • acompanhar a transferência de conhecimentos, práticas e tecnologias para o serviço de saúde;
  • avaliar critérios para classificação da assistência  à Tuberculose como forma sistematizada de gerenciamento e monitoramento das ações prestadas pelos serviços de saúde;
  • utilizar o geoprocessamento para  identificar áreas de risco da tuberculose e conhecer a dinâmica da doença no território;
  • Desenvolver estratégias teórico-operacionais para a produção de conhecimentos, tecnologias de assistência no domicílio/ família, nos serviços;
  • Analisar as causas de retardo ao diagnóstico na percepção do doente de TB, profissionais de saúde, gestores e representantes da sociedade civil organizada;
  • Analisar o percurso do doente para o acesso ao diagnóstico e tratamento da tuberculose em serviços;
  • Avaliar as dimensões organizacionais e de desempenho dos serviços;

Desafios elencados pela área:

  1. Avaliar e rever o modelo de implementação da estratégia DOTS, tendo em conta os elementos que são específicos para cada região, bem como elaborar estratégias inovadoras de organização dos cuidados de saúde e de gestão.
  2. Os estudos estratégicos da REDE TB demonstram a necessidade de reorganização dos serviços de saúde para a incorporação e sustentabilidade de estratégias de intervenção para o alcance das metas de controle da TB.  A otimização dos recursos da estrutura possibilita a adequação do processo de trabalho e proporciona eficácia e efetividade das ações;
  3. Os estudos de geoprocessamento realizados pela REDE-TB permitem a localização de casos e a compreensão da dinâmica  da enfermidade na comunidade (TB e co-infecção TB/HIV).

Propostas em andamento para enfrentar esses desafios:

As estratégias dessa área envolvem parcerias com o Programa de Controle da Tuberculose (PCT), universidades, conselhos de saúde locais, ONGs nacionais e internacionais e comunidade, sendo fundamental a articulação entre pesquisadores, alunos de graduação e pós-graduação, outros grupos de pesquisa e intercâmbios de pesquisadores a outras regiões do Brasil e outros países. Dar continuidade a captação de recursos financeiros junto a agências de fomento.

Metas:

  • Geração de novos conhecimentos que subsidiam a proposta de protocolos de gestão;
  • Formação de grupos e centros de pesquisa em estudos operacionais em TB;
  • Realizar intercâmbios nacionais e internacionais com instituições de ensino superior;
  • Consolidar parcerias entre as instituições de ensino superior e serviços de saúde (bem como ONGs) para o desenvolvimento de projetos de pesquisa sobre TB de forma integrada buscando o fortalecimento das ações de controle da TB nos serviços de saúde;
  • Capacitação de pesquisadores em abordagens metodológicas quanti e qualitaitvas.

Grupo de Estudos Epidemiológico-Operacional em Tuberculose (GEOTB) - www.eerp.usp.br/geotb (CNPq)

Conheça os trabalhos publicados pela área Estudos Operacionais, acessando a área Publicações no menu do topo!!!


Sobre a Rede TB

A Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB) é uma Organização Não Governamental (ONG) de direito privado sem fins lucrativos, preocupada em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.


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Contato

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