Nos últimos 17 anos, a REDE-TB têm se esforçado para integrar e estabelecer interações efetivas de pesquisa. Ao longo desses anos, a REDE-TB tem ajudado a construir as pontes necessárias entre diferentes atores para promover a pesquisa e atividades educativas de forma integrada. E neste momento tão especial, a atual diretoria da REDE-TB gostaria de prestar o reconhecimento ao papel fundamental que Afrânio Kritski desempenhou a frente da REDE-TB ao longo de todos esses anos.

 

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Em recente artigo publicado no Jornal Brasileiro de Pneumologia descreveu, muito bem a REDE-TB. A REDE-TB representa uma nova forma de colaboração, na qual a sinergia de seus aspectos complementares facilita a transferência de conhecimento da academia, governo, sociedade civil e setor industrial nacional para a comunidade. Um modelo que integra e une esforços, utilizando abordagens multissetoriais, foi utilizado como modelo da OMS para desenvolver o terceiro pilar da sua estratégia End TB e teve papel-chave na criação da Rede BRICS de Pesquisa em Tuberculose, bem como no estímulo à inclusão da tuberculose na agenda política nacional de saúde pelo Governo brasileiro.

 

Assim, dessa forma lembramos algumas conquistas mais recentes da  sua ultima gestão que está finalizando nesse workshop:

 

Em nível internacional:

 

Foi anunciado pelo Diretor Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Dr. Tedros Ghebreyesus, em 15 de dezembro de 2017, a lista dos nove novos Diretores da OMS, destacando-se a indicação da Dra. Tereza Kasaeva como Diretora do Programa Global de Tuberculose. A Dra. Kasaeva foi de vital importância para o êxito de todas as negociações realizadas desde outubro de 2016, que estabeleceram a Rede de Pesquisas em Tuberculose dos BRICS, inspirado na experiência da REDE-TB, que foi mencionado pelo próprio Presidente Vladmir Putin na Reunião Ministerial para a Tuberculose em Moscou, como um compromisso e um avanço na cooperação internacional para o enfrentamento da tuberculose.

 

Importante mencionar, o papel decisivo do Ministério da Saúde do Brasil em: apoiar a criação da Rede de Pesquisas em Tuberculose dos BRICS em dezembro de 2016, na Índia e em julho de 2017, na China, bem como convidar e coordenar a Primeira Reunião da Rede de Pesquisas em Tuberculose dos BRICS, realizada em setembro de 2017, no Rio de Janeiro.

 

Na reunião Ministerial em novembro em Moscow também foi escolhido um grupo de seis membros da sociedade civil, de caráter comunitário, para interlocução direta com o Diretor Geral, da qual faz parte Ezio Távora, Coordenador do Projeto STREAM-CE pela REDE-TB.

 

Também em novembro de 2017, em Moscow, a REDE-TB participou da 1ª reunião da área da Saúde dos Ministérios de Ciência Tecnologia dos BRICS, com foco na Resistência Antimicrobiana (AMR). REDE-TB apresentou a proposta aos BRICS para o tema tuberculose resistente.

Em nível nacional:

 

No segundo semestre de 2017, a REDE-TB foi eleita com representante da Academia na Secretaria Executiva da Parceria Brasileira contra a TB.

 

Finalizou-se a auditoria das contas da REDE-TB, em particular dos últimos dois projetos de maior vulto: PROVE-IT e STREAM-CE, ambos do programa TREAT-TB em parceria com a Union/Vital Strategies.

 

A REDE-TB também teve o privilégio de fomentar, apoiar e acolher, desde 2016, a formação do Comitê Comunitário de Acompanhamento das Pesquisas em Tuberculose no Brasil, o CCAP TB BRASIL. O Comitê realizou sua primeira reunião presencial plena em agosto de 2017, em São Paulo, com 19 membros comunitários de todas macrorregiões do País.

 

Em junho de 2017, a REDE-TB foi convidada a representar a Academia na primeira reunião do Grupo de Trabalho do Representante no Congresso Nacional para monitorar o Plano Nacional de Eliminação da TB lançado pelo Ministro da Saúde.

 

Também em junho de 2017, em conjunto com o Programa Nacional de Controle de TB do Ministério da Saúde, realizou o VI Workshop Nacional da Rede TB, no Rio de Janeiro

 

Recentemente, a REDE-TB elaborou o Plano Nacional de Pesquisa em TB. Identificaram-se lacunas e prioridades para as plataformas de pesquisa e inovação focadas nas demandas nacionais. Estas plataformas terão como base a integração da pesquisa básica/clínica/translacional com o parque industrial com vistas a agilizar a disponibilização de novas tecnologias e novas estratégias de gestão para o sistema de saúde. Estas tecnologias serão avaliadas em pesquisas operacionais no âmbito do sistema de saúde vigente no país para analisar seu impacto do ponto de vista individual e coletivo.

 

Em todas estas conquistas, a liderança do professor Afrânio Kritski foi fundamental, sempre marcada pela inclusão de seus companheiros em todas as etapas, em uma liderança verdadeiramente participativa.

 

Para encerrar, convido o Dr. Afrânio para receber uma singela homenagem de reconhecimento de todo o empenho dedica a REDE-TB ao longo desses últimos 17 anos.

Sobre a REDE-TB

A Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB) é uma Organização Não Governamental (ONG) de direito privado sem fins lucrativos, preocupada em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.


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