(Naomi Kowaoka Komatsu – SMS-SP)


Os resultados de um projeto voltado a pacientes com tuberculose em situação de rua na região central de São Paulo foram apresentados pela profissional Naomi Kowaoka. O objetivo foi fortalecer a estratégia de adesão ao Tratamento Diretamente Observado (TDO) e melhorar sua qualidade com atividades terapêuticas, bem como o acompanhamento dos pacientes por meio de exames, orientações e atividades culturais.


Foi contratada uma equipe auxiliar composta por agente social, assistente social e psicólogo para trabalhar junto às atividades de consultório de rua já existentes. A estrutura permitiu maior proximidade com os pacientes, inclusive nos fins de semana, garantindo o êxito do TDO e o fortalecimento da rede de proteção dessa população.


As atividades culturais e esportivas incluíram oficinas de artesanato, encontros para discussões sobre a doença, troca de experiências, orientações sobre cadastramento em programas sociais de governo e cursos. Os pacientes tiveram a oportunidade de ir ao Masp, ao Museu do Futebol, entre outros lugares - experiências que proporcionaram a eles a oportunidade de se perceberem, se colocarem na cidade como cidadãos. Também foi fornecido voucher para três alimentações diárias em restaurantes conveniados e a sociedade civil atuou junto às igrejas e outros equipamentos sociais locais, fazendo um trabalho de comunicação e conscientização acerca da tuberculose e seu contexto social.
No total, 68 pacientes foram cadastrados de fevereiro de 2015 a março de 2016. Destes, oito foram excluídos – quatro por abandono primário e a outra metade por não confirmarem a doença ou não estarem em situação de rua. Dos 60 pacientes acompanhados, cinco foram transferidos e 55 concluíram o tratamento alcançando 89% de cura, quase o dobro da taxa de 51%, registrada até então, em condições de rotina. Uma pessoa foi a óbito. Outro dado importante é que quatro dos pacientes estavam na sexta tentativa de tratamento.


Outros resultados gratificantes foram alcançados. Muitos pacientes restabeleceram vínculo familiar, começaram a trabalhar registrados ou em iniciativas próprias com recursos dos benefícios sociais e voltaram a estudar. A equipe de saúde cresceu muito com a experiência e pode entender o paciente de forma mais integralizada.

Baixe o material das palestras

Dia 22

Alexandre Almeida - Biomarcadores

Alexandre Costa - Q3 - Fiocruz -PR

Annika Sweetland TB Depression

Claudete Araujo Biomarcadores

Denise Arakaki -22-06-2017

Delia Boccia Presentation

Elis Regina Epidemio Molec RS

Elena Lassouskaya

Erica Chimara Xpert SP

Ethel Maciel Epidemio Molec

Fatima Fandinho Xpert

Julio Croda TB em prisoes

Joao_Perdigao_Rede_TB2017

Isabela TB Sprint_

Kleydson_WorkshopREDETB_22.06

Karen Gomes - Infecção Mista - Fiocruz

Leo Ribeiro - Estudos in vitro

Leonardo Santana Baiha

Mayla Melo Biomarcadores Neutrofilos

Monica Kramer

Regina Barcelos - Biometrix

Silvana Spindola KitSIRE_Custo

Tonya Duarte Epidemio Mol BA

 

Dia 23

Afranio Kritski TB  Consultorio de Rua

Anna Crisitina - Karina - TB e Depressão

Camila Guindalini - Conhecimento

CamilaDonnola - Homeless - TB

Cristina Pessoa - Segurança - Gestão Qualidade

Denise Rossato - TB DM - MIF

Domingos Alves- Informatização

Edna Ferreira Politicas de Saude

Elisangela Silva - Biomarcadores TB Desnutrição

Fabio Mota Mapeamento BRICS

Janaina Leung - Abordagem Contatos

Luiz Evora - TWIST Systems - Escore TB MDR

Luiz Ricardo - Mobile Technologies

Margareth Dalcolmo - TB MDR Esquemas terapeuticos

Miriam Cohen Gestao Qualidade

Naomi Komatsu PACTU

Pedro Eduardo Almeida da Silva WORKSHOP RIO 2017

Rafael Galliez - Modelo para retirar do Isolamento Respiratório

Raquel Coelho - Papel do CNPq - Pequisa em TB

Sueli Alves Silva - Incorporação Tecnologias

Valeria Rolla - Toxicidade e interação farmacologica em TB-HIV

Sobre a REDE-TB

A Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB) é uma Organização Não Governamental (ONG) de direito privado sem fins lucrativos, preocupada em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.


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