(Kleydson Andrade – Programa Nacional de Controle da Tuberculose – PNCT - ponto focal do programa na pesquisa)

O processo de monitoramento da Rede de Teste Rápido passa continuamente por revisões desde a sua implantação em 2014 com o objetivo de melhorar a operacionalidade do sistema, os dados e os resultados gerados a partir da rotina laboratorial no país. Os tipos de revisão e lições aprendidas retiradas deste trabalho foram apresentados pelo ponto focal de pesquisa do Programa Nacional de Controle de Tuberculose (PNCT), Kleydson Andrade.

Além dos próprios objetivos da Rede, foram revisados os dois instrumentos de trabalho utilizados pelos monitores e coordenadores de programa nos estados e municípios: uma planilha eletrônica e um formulário de consolidação de dados, preenchidos e enviados mensalmente ao PNCT. Estes insumos (quantidade de cartucho utilizado, de módulo com defeito, de teste com MTB detectado/não detectado, resistente/sensível à rifampicina, resultados indeterminados) são transformados em um relatório, que é discutido internamente do ponto de vista epidemiológico e laboratorial, e retornam com uma devolutiva para os próprios profissionais da ponta.

O antigo relatório era um PDF de difícil utilização. A partir de janeiro deste ano, ele foi transformado em uma planilha dinâmica com um resumo do que foi produzido para alguns temas e destaques gerais do país oriundos da discussão interna. Uma segunda planilha compila os dados, antes distribuídos em várias páginas, em poucos gráficos e uma tabela. Todo o histórico da produção da Rede de Teste Rápido no país, de 2014 a 2017, pode ser acessado por estes instrumentos, inclusive visualizados separadamente por estados ou municípios. Após alguns meses da mudança, coordenadores utilizaram esses produtos em eventos, mostrando que absorveram a nova forma de armazenamento de dados do monitoramento.

As lições aprendidas nas revisões mostram que houve melhoria na qualidade da informação produzida pelos profissionais no preenchimento do formulário específico para solicitação de exames de tuberculose; e que foi identificado que o Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL) pode ser utilizado para movimento do Teste Rápido, evitando o preenchimento de várias planilhas no monitoramento. No entanto, o número de erros nos testes tem aumentado, o que pode indicar uma alta rotatividade de profissionais que manuseiam a máquina e a necessidade de capacitação contínua.

Outras lições atestam que a Rede de Teste Rápido aumentou em torno de 5% o percentual de confirmação laboratorial dos novos casos de tuberculose sensível, ou seja, melhorou a detecção destes casos confirmados no país. Já o alto percentual positivo do Teste de Resistência à Rifampicina identificados pela Rede de Teste Rápido demanda reforço na busca por sintomáticos respiratórios e a necessidade de acompanhar a confirmação do diagnóstico de TB resistente por meio de testes fenotípicos e notificação dos pacientes nos sistemas de informação. E, com o monitoramento, alguns testes foram usados para acompanhamento de casos de resistência durante o tratamento e não somente no momento de diagnóstico.

A Rede de Teste Rápido é composta por 150 laboratórios, espalhados por 94 municípios, com o total de 179 equipamentos. Há outros disponibilizados para pesquisa também com subsídio do Ministério. Em 2017, a Rede está sendo expandida com a distribuição de mais 60 máquinas pelo país.

Baixe o material das palestras

Dia 22

Alexandre Almeida - Biomarcadores

Alexandre Costa - Q3 - Fiocruz -PR

Annika Sweetland TB Depression

Claudete Araujo Biomarcadores

Denise Arakaki -22-06-2017

Delia Boccia Presentation

Elis Regina Epidemio Molec RS

Elena Lassouskaya

Erica Chimara Xpert SP

Ethel Maciel Epidemio Molec

Fatima Fandinho Xpert

Julio Croda TB em prisoes

Joao_Perdigao_Rede_TB2017

Isabela TB Sprint_

Kleydson_WorkshopREDETB_22.06

Karen Gomes - Infecção Mista - Fiocruz

Leo Ribeiro - Estudos in vitro

Leonardo Santana Baiha

Mayla Melo Biomarcadores Neutrofilos

Monica Kramer

Regina Barcelos - Biometrix

Silvana Spindola KitSIRE_Custo

Tonya Duarte Epidemio Mol BA

 

Dia 23

Afranio Kritski TB  Consultorio de Rua

Anna Crisitina - Karina - TB e Depressão

Camila Guindalini - Conhecimento

CamilaDonnola - Homeless - TB

Cristina Pessoa - Segurança - Gestão Qualidade

Denise Rossato - TB DM - MIF

Domingos Alves- Informatização

Edna Ferreira Politicas de Saude

Elisangela Silva - Biomarcadores TB Desnutrição

Fabio Mota Mapeamento BRICS

Janaina Leung - Abordagem Contatos

Luiz Evora - TWIST Systems - Escore TB MDR

Luiz Ricardo - Mobile Technologies

Margareth Dalcolmo - TB MDR Esquemas terapeuticos

Miriam Cohen Gestao Qualidade

Naomi Komatsu PACTU

Pedro Eduardo Almeida da Silva WORKSHOP RIO 2017

Rafael Galliez - Modelo para retirar do Isolamento Respiratório

Raquel Coelho - Papel do CNPq - Pequisa em TB

Sueli Alves Silva - Incorporação Tecnologias

Valeria Rolla - Toxicidade e interação farmacologica em TB-HIV

Sobre a REDE-TB

A Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB) é uma Organização Não Governamental (ONG) de direito privado sem fins lucrativos, preocupada em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.


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