(João Perdigão – Instituto de Higiene de Medicina Tropical – Universidade Nova Lisboa, Portugal).


O trabalho realizado na Universidade Nova Lisboa, em Portugal, apresentado pelo pesquisador João Perdigão, propõe pensar a questão da tuberculose de forma mais abrangente, começando pelo contexto da comunidade dos países de língua portuguesa, que ocupa uma área de quase 11 milhoes de km2 e possui cerca de 258 milhões de habitantes no planeta. A taxa de incidência da doença varia muito nestes países, que têm alguns entre os 30 mais afetados pela tuberculose, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os objetivos da pesquisa são fornecer uma perspectiva lusófona acerca da estrutura de Mycobacterium tuberculosis, da estrutura populacional e da sua diversidade. Identificar agrupamentos (clusters) que são específicos, mas também aqueles transnacionais e instigar uma associação entre eles, fazendo com que isso culmine numa base de trabalho para a vigilância epidemiológica em tuberculose na Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

A primeira fase reuniu uma base de dados de genótipos e de perfis populacionais dos países. A segunda consistiu na criação de uma interface, já disponível em um site, que permite a disponibilização e a ampla utilização desses dados. E a terceira visa qualificar ainda mais a base de dados com métodos que permitam ver além dos métodos tradicionais, e que sejam desenvolvidos pela CPLP por meio dos seus laboratórios, podendo levar ao desenvolvimento de novos produtos.

Com isso, pretende-se contribuir para o conhecimento da história evolutiva e da dispersão da estirpe tuberculosa nesses territórios.

Baixe o material das palestras

Dia 22

Alexandre Almeida - Biomarcadores

Alexandre Costa - Q3 - Fiocruz -PR

Annika Sweetland TB Depression

Claudete Araujo Biomarcadores

Denise Arakaki -22-06-2017

Delia Boccia Presentation

Elis Regina Epidemio Molec RS

Elena Lassouskaya

Erica Chimara Xpert SP

Ethel Maciel Epidemio Molec

Fatima Fandinho Xpert

Julio Croda TB em prisoes

Joao_Perdigao_Rede_TB2017

Isabela TB Sprint_

Kleydson_WorkshopREDETB_22.06

Karen Gomes - Infecção Mista - Fiocruz

Leo Ribeiro - Estudos in vitro

Leonardo Santana Baiha

Mayla Melo Biomarcadores Neutrofilos

Monica Kramer

Regina Barcelos - Biometrix

Silvana Spindola KitSIRE_Custo

Tonya Duarte Epidemio Mol BA

 

Dia 23

Afranio Kritski TB  Consultorio de Rua

Anna Crisitina - Karina - TB e Depressão

Camila Guindalini - Conhecimento

CamilaDonnola - Homeless - TB

Cristina Pessoa - Segurança - Gestão Qualidade

Denise Rossato - TB DM - MIF

Domingos Alves- Informatização

Edna Ferreira Politicas de Saude

Elisangela Silva - Biomarcadores TB Desnutrição

Fabio Mota Mapeamento BRICS

Janaina Leung - Abordagem Contatos

Luiz Evora - TWIST Systems - Escore TB MDR

Luiz Ricardo - Mobile Technologies

Margareth Dalcolmo - TB MDR Esquemas terapeuticos

Miriam Cohen Gestao Qualidade

Naomi Komatsu PACTU

Pedro Eduardo Almeida da Silva WORKSHOP RIO 2017

Rafael Galliez - Modelo para retirar do Isolamento Respiratório

Raquel Coelho - Papel do CNPq - Pequisa em TB

Sueli Alves Silva - Incorporação Tecnologias

Valeria Rolla - Toxicidade e interação farmacologica em TB-HIV

Sobre a REDE-TB

A Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB) é uma Organização Não Governamental (ONG) de direito privado sem fins lucrativos, preocupada em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.


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