A conferência de abertura do segundo dia do VI Workshop Nacional da Rede TB foi feita pela coordenadora geral do Programa de Pesquisa em Saúde do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Raquel de Andrade Lima Coelho, na qual apresentou as estratégias de ação do CNPq para a temática da Tuberculose na atual condição de restrição orçamentária para financiamento de pesquisas.

Desde 2015, vem ocorrendo um recuo das verbas oferecidas pelo CNPq e, em 2016, foi registrada uma queda ainda mais expressiva como resultado dos cortes de investimento da agência. Parcerias com outras agências de fomento nacionais e com órgãos internacionais e Medidas Provisórias têm sido o caminho utilizado para cumprir, prioritariamente, as responsabilidades com os projetos em andamento e já assumidos pelo CNPq.

Sem condições de aporte de dinheiro próprio, a atuação do CNPq no plano de combate à tuberculose também se dará pela promoção de parcerias, somando esforços às iniciativas encampadas pela Rede TB. “Nós temos mantido nossas ações básicas. A gente tem feito um esforço para honrar esses compromissos. Para essas ações especiais, porque são temas específicos, o que o CNPq tem tentado fazer é justamente buscar outros parceiros. O CNPq tem capilaridade dentro do Governo Federal, que nos permite articular com diversos órgãos para mobilizar esses recursos”, explica Raquel. Isso inclui buscar Ministérios que aparentemente não têm ligação com o tema, ampliar o horizonte, com tem sido abordado neste Workshop.

Há também a opção de buscar financiamento por emendas parlamentares junto aos deputados no Congresso Nacional, que é uma ferramenta importante, pois permite encaminhar projetos bem específicos, direcionados. Um grupo de trabalho, que tem a participação da Rede TB, foi instalado recentemente para acompanhar esse processo e o CNPq conta com um assessor encarregado diretamente para as discussões no Congresso. “Essa é uma forma da gente fazer mais por menos, se no momento a gente não tem o recurso para aportar, a gente tem o know-how, a estrutura, a logística para articular…”, diz Raquel.

A palestrante também lembrou que oportunidades de outras instituições, inclusive estrangeiras, estão sendo divulgadas no site do CNPq, e chamou os pesquisadores a se manterem informados acessando à página.

Baixe o material das palestras

Dia 22

Alexandre Almeida - Biomarcadores

Alexandre Costa - Q3 - Fiocruz -PR

Annika Sweetland TB Depression

Claudete Araujo Biomarcadores

Denise Arakaki -22-06-2017

Delia Boccia Presentation

Elis Regina Epidemio Molec RS

Elena Lassouskaya

Erica Chimara Xpert SP

Ethel Maciel Epidemio Molec

Fatima Fandinho Xpert

Julio Croda TB em prisoes

Joao_Perdigao_Rede_TB2017

Isabela TB Sprint_

Kleydson_WorkshopREDETB_22.06

Karen Gomes - Infecção Mista - Fiocruz

Leo Ribeiro - Estudos in vitro

Leonardo Santana Baiha

Mayla Melo Biomarcadores Neutrofilos

Monica Kramer

Regina Barcelos - Biometrix

Silvana Spindola KitSIRE_Custo

Tonya Duarte Epidemio Mol BA

 

Dia 23

Afranio Kritski TB  Consultorio de Rua

Anna Crisitina - Karina - TB e Depressão

Camila Guindalini - Conhecimento

CamilaDonnola - Homeless - TB

Cristina Pessoa - Segurança - Gestão Qualidade

Denise Rossato - TB DM - MIF

Domingos Alves- Informatização

Edna Ferreira Politicas de Saude

Elisangela Silva - Biomarcadores TB Desnutrição

Fabio Mota Mapeamento BRICS

Janaina Leung - Abordagem Contatos

Luiz Evora - TWIST Systems - Escore TB MDR

Luiz Ricardo - Mobile Technologies

Margareth Dalcolmo - TB MDR Esquemas terapeuticos

Miriam Cohen Gestao Qualidade

Naomi Komatsu PACTU

Pedro Eduardo Almeida da Silva WORKSHOP RIO 2017

Rafael Galliez - Modelo para retirar do Isolamento Respiratório

Raquel Coelho - Papel do CNPq - Pequisa em TB

Sueli Alves Silva - Incorporação Tecnologias

Valeria Rolla - Toxicidade e interação farmacologica em TB-HIV

Sobre a REDE-TB

A Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB) é uma Organização Não Governamental (ONG) de direito privado sem fins lucrativos, preocupada em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.


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