Nesta quarta-feira (29), o Rio Grande do Sul foi anunciado como o Estado vencedor do Prêmio de Incentivo em Ciência, Tecnologia e Inovação para o SUS, promovido pelo Ministério da Saúde, conquistando o 1º lugar com o projeto “Novas Tecnologias para Estudo da Tuberculose” da Professora Maria Lúcia Rosa Rosseti da ULBRA e com participação da Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde - FEPPS e da Universidade Federal do Rio Grande - FURG. Os vencedores foram anunciados no evento “Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde 2017: conectando pesquisas e soluções”, que tem prosseguimento até esta quinta-feira (30), em São Paulo (SP).

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Na quinta-feira, 16 de novembro de 2017, o presidente russo, Vladimir Putin, disse a um salão cheio de ministros da saúde em Moscou que a TB é um "problema sério" e disse: "Estou confiante de que a única maneira de enfrentar essa ameaça verdadeiramente global é se nós unimos forças ". Durante o próximo dia e meio, a reunião em que o Presidente Putin falava - a primeira Conferência Ministerial Mundial da Organização Mundial de Saúde (OMS): encerrando a tuberculose na Era do Desenvolvimento Sustentável - ressoou positivamente com essa conversa sobre o" urgência "da crise da tuberculose e solicita" trabalhar em conjunto ".

O fato de que mais de 10 milhões de pessoas ficam doentes com tuberculose anualmente, e que 5000 morrem por causa de cada dia, incluindo cerca de 1000 por causa do HIV associado infecção, fala com a gravidade do problema global de tuberculose. A tuberculose tem muitos outros duvidosos

distinções que merecem atenção: é uma das mais antigas doenças conhecidas pela humanidade e ainda uma das dez melhores causas globais de morte hoje, a principal causa infecciosa  da morte em todo o mundo, o principal assassino de pessoas com HIV infecção e uma das principais causas de morte devido a antimicrobianos-infecções resistentes.

A tuberculose continua a ser um grande assassino apesar do desenvolvimento de uma melhor prova para detectar a doença.

Há sete anos, a comunidade global de pesquisadores, trabalhadores de saúde e ativistas que lutavam contra a tuberculose era eufórica. Um teste histórico de 2010 mostrou que um novo teste genético foi altamente eficaz no diagnóstico da tuberculose, levando a esperanças de que os países pudessem finalmente controlar a doença, o que matou 1,45 milhões naquele ano. A Organização Mundial de Saúde (OMS), aprovou prontamente o teste, chamado GeneXpert, e promoveu seu lançamento ao redor do globo para substituir um teste baseado em microscópio que perdeu a metade de todos os casos.

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O acompanhamento comunitário em pesquisas de tuberculose foi tema de seminário que aconteceu durante a 48ª Conferência de Tuberculose, ocorrida em Guadalajara no México entre 11 e 14 de novembro. A atividade ocorreu no espaço comunitário e reuniu representantes da Mongólia, Georgia e Mondávia, países onde se desenvolve a pesquisa STREAM, cujo componente comunitário é coordenado pelo pesquisador brasileiro Ezio Távora, membro da  REDE TB..

 A roda de conversa teve três eixos de discussão: comunicação, incidência política e sustentabilidade. Houve troca de experiências e discussão de conceitos entre os debatedores e participantes do evento. Os coordenadores dos CABs locais (Community Advisory Board) e os CE-Officer responderam As perguntas de três pesquisadores: Afranio Kritski (REDE TB - Brasil), Sarabjit Chadha (UNION- India) e Gay Bronson (Vital Strategies - NYC).

O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, saudou expressamente nessa última quinta-feira, dia 16 de Novembro, a criação da REDE-TB dos BRICS como um exemplo de cooperação em pesquisa em tuberculose durante a abertura da 1ª Conferência Global Ministerial da OMS - Ending TB na Era do Desenvolvimento Sustentável: Uma Resposta Multisetorial, que ocorre na capital russa, Moscou. O fato é um marco excepcional para os esforços capitaneados pelo Brasil para ampliar a cooperação internacional para o enfrentamento da tuberculose, e um reconhecimento do modelo inovador de cooperação que se propõe a REDE-TB, onde academia, governo, sociedade civil, comunidades afetadas e indústria têm interlocução e sinergia. 
 

Terminou na tarde de quinta-feira (26/10) a assembleia da Parceria Brasileira contra a Tuberculose/STOP TB Brasil. O fórum formado por representes da sociedade civil, fóruns  e redes, gestores e academia, iniciativa privada e organismos internacionais com atuação Brasil,  existe há 13 anos,  e atua na área de divulgação  de ações e interlocução com o Ministério da Saúde acompanhamando o Plano Nacional de TB, além de outras frentes, que visem a eliminação da tuberculose.

Terminar a tuberculose na era SDG: uma resposta multi-setorial

 

Os ministros, líderes das organizações das Nações Unidas, ONGs, sociedade civil, academia e setor corporativo se reunirão em Moscou de 16 a 17 de novembro de 2017 na primeira Conferência Ministerial Mundial da OMS para acabar com a tuberculose (TB). A Conferência Ministerial Global tem como objetivo acelerar a implementação do País da Estratégia End TB da OMS para atingir os objetivos estabelecidos pela Assembléia Mundial da Saúde e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ONU). A Conferência Ministerial informará a Reunião de Alto Nível da Assembléia Geral da ONU sobre TB em 2018.

Leia mais sobre a conferência em  http://www.who.int/conferences/tb-global-ministerial-conference/en/ (em inglês)

Sobre a REDE-TB

A Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB) é uma Organização Não Governamental (ONG) de direito privado sem fins lucrativos, preocupada em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.


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