A entrevista da Série Especial do Dia Mundial do Combate à Tuberculose dessa semana é com os professores Andrea Rossoni e Clemax Sant Anna, ambos da Área de Pediatria.

 

O Ministério da Saúde tem o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como uma de suas metas. Este plano, além das ações usuais de controle de TB (Pilar 1), inova ao inserir a Proteção Social (PIlar 2) e a Pesquisa e Inovação (Pilar 3). Quais são as maiores dificuldades para que esse Plano possa ser bem sucedido? O que se deve fazer para que isso não ocorra?

Acredito que as maiores dificuldades para erradicação da tuberculose seriam: Identificar e tratar os pacientes de forma adequada.

Para isso deve-se implementar as ferramentas diagnósticas e capacitar os profissionais para o seu uso, objetivando diagnósticos mais precoces e sensíveis. Como também reforçar o tratamento de forma adequada e o Tratamento diretamente observado (TDO) para diminuir o abandono. 

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Prezados (as) conferencistas, palestrantes e coordenadores de Mesas Redondas

 
Inicialmente, agradecemos imensamente a sua participação no VI Workshop Nacional da Rede TB, a realizar-se em 22-23 de junho de 2017, no Hotel Novo Mundo, Rio de Janeiro
 
Em anexo está a versão atual do Programa do Evento. A organização pede que, caso indicado, sugerir mudanças no título de sua apresentação, até dia 02 de junho. 
 
 
 
Afranio Kritski e Julio Croda

A Unitaid tem o prazer de anunciar o seu novo convite à apresentação de propostas para a área de intervenção: Tratamento melhor e mais curto para a TB multi-resistente (MDR TB).

A tuberculose resistente aos medicamentos (DR-TB) é uma crise global de saúde que ameaça o controle da tuberculose. Em 2015, das 580.000 pessoas estimadas com novos casos de DR TB, apenas um quinto dos casos (125.000) foram detectados e matriculados em tratamento. Apenas 52% desses pacientes foram curados.

Clique aqui e veja o artigo completo (Artigo em inglês)

A quarta entrevista da Série Especial do Dia Mundial do Combate à Tuberculose, a Professora Roseli Monteiro da Silva, da Área de Coordenação - Prospecção Tecnológica, fala sobre sugestões para o Plano Nacional de Eliminação da Tuberculose e o papel da Rede TB no combate à doença.

 

O Ministério da Saúde tem o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como uma de suas metas. Este plano, além das ações usuais de controle de TB (Pilar 1), inova ao inserir a Proteção Social (PIlar 2) e a Pesquisa e Inovação (Pilar 3). Quais são as maiores dificuldades para que esse Plano possa ser bem sucedido? O que se deve fazer para que isso não ocorra?

O Plano Nacional de enfrentamento da Tuberculose tem um aspecto muito bom que é a construção de cenários atuais utilizando indicadores relevantes que consideram os determinantes sociais da doença, as vulnerabilidades específicas e a qualidade da atuação dos serviços de saúde. Com isto foram construídas oito situações diferentes, para as quais poderiam ser adotadas estratégias do mesmo modo distintas.

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Com o objetivo de desenvolver uma agenda nacional de pesquisa em proteção social e tuberculose, pesquisadores nacionais e internacionais, gestores de programas estaduais e municipais de Controle da tuberculose, membros da sociedade civil organizada e atores chave de outros setores governamentais e não governamentais participaram, nos dias 25 e 26 de abril, do Workshop Internacional de Pesquisa em Proteção Social e Tuberculose, realizado na sede da Organização Pan-Americana de Saúde, em Brasília-DF. O Workshop foi organizado pelo Programa Nacional de Controle da Tuberculose (CGPNCT/SVS/MS) em parceria com a Organização Mundial de Saúde, e convocou grupos que trabalham com essas temáticas para compartilhar fontes de dados, métodos e lições aprendidas, fortalecendo parcerias já estabelecidas, e proporcionando o estabelecimento de colaborações futuras.

 

A terceira entrevista da Série Especial do Dia Mundial do Combate à Tuberculose, a Professora Ethel Leonor Noia Maciel, Coordenador da Área de Epidemiologia, fala sobre os estudos, diagnósticos e cuidados com a Tuberculose, além do papel da Rede TB no combate à doença.

 

O Ministério da Saúde tem o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como uma de suas metas. Este plano, além das ações usuais de controle de TB (Pilar 1), inova ao inserir a Proteção Social (PIlar 2) e a Pesquisa e Inovação (Pilar 3). Quais são as maiores dificuldades para que esse Plano possa ser bem sucedido? O que se deve fazer para que isso não ocorra?

Uma das grandes apostas da nova estratégia em relação ao Pilar 2 é a cobertura universal da saúde. O Brasil nesse sentido seria um país modelo, já que o nosso Sistema Único de Saúde (SUS) tem como princípio norteador o acesso universal.

Em que pese os vários problemas do atual financiamento do SUS, o Programa Nacional de Controle da Tuberculose possui em toda sua rede acesso desde o diagnóstico ao tratamento gratuito, assim como um controle dos fármacos utilizados, já que eles não estão disponíveis para serem compradas na rede privada. Além disso, o Brasil possui hoje o maior programa de transferência de renda no mundo, o bolsa família. Apesar deste não ser um programa específico para TB, estudos da área de epidemiologia da Rede, apontam a associação entre ser beneficiário do programa bolsa família e ter menores taxas de abandono do tratamento.

Alguns outros estudos em andamento podem indicar no futuro quais programas que serão específicos para a proteção social, com ajuda financeira ou alimentícia durante o tratamento podemdo contribuir para a cura e, consequentemente, ter sucesso no tratamento. Aliado a isso, pesquisas com modelos matemáticos podem nos ajudar a escolher estratégias de intervenção que fortaleceriam o Pilar 3.

 

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Na segunda entrevista da Série Especial do Dia Mundial do Combate à Tuberculose, o Professor Antonio Ruffino Netto, Coordenador da área de Recursos Humanos, fala sobre a importância do envolvimento de todos os atores da sociedade, do papel da Rede TB e sobre o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose, do Ministério da Saúde.

 

O Ministério da Saúde tem o Plano Nacional de Eliminação da Tuberculose como uma de suas metas. Quais são as maiores dificuldades para que esse Plano possa ser bem sucedido? O que se deve fazer para que isso ocorra?

Entre os problemas está o econômico. É necessário o uso racional dos recursos financeiros. Ocorre a má aplicação de dinheiro, sem levar em conta custo-efetividade das ações, é desperdício frequente nos órgãos públicos.

Outro problema diz respeito ao aspecto cultural (educacional) de todos os envolvidos no PCT: conhecimento técnico, competência, responsabilidade, autenticidade, fidelidade, continuidade, regularidade. Isto deve abranger todos os gestores, desde o nível federal até o estadual e municipal. Devemos lembrar também do aspecto cultural/educacional da própria população alvo.

 

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Em apoio ao Dia Mundial do Combate à Tuberculose, a Rede de Pesquisa em Tuberculose fez uma série de entrevistas com Coordenadores de diversas áreas para falar sobre o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculosa, do Ministério da Saúde, o cenário atual e a atuação da própria Rede TB.

A primeira entrevistada da série é a Coordenadora da área de Ensaios Clínicos, Professora Anete Trajman.

O Ministério da Saúde tem o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como uma de suas metas. Este plano, além das ações usuais de controle de TB (Pilar 1), inova ao inserir a Proteção Social (PIlar 2) e a Pesquisa e Inovação (Pilar 3). Quais são as maiores dificuldades para que esse Plano possa ser bem sucedido? O que se deve fazer para que isso não ocorra?

As maiores dificuldades são a integração entre os pilares e o financiamento.

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Rede TB apóia o Dia Mundial de Combate à Tuberculose e se preocupa em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.

 

Estabelecemos, de maneira pioneira, em colaboração com Programa Nacional de TB, Instituições de Pesquisa e Indústria Nacional e Internacional uma plataforma para pesquisa e desenvolvimento tecnológico para a avaliação e incorporação de novas tecnologias.

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O Ministério da Saúde abre consulta pública para reunir contribuições de gestores públicos, coordenadores de programa, representantes da sociedade civil e demais interessados na elaboração do Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose que tem como período de vigência 2016-2020.

A minuta do plano ficará disponível para sugestões até o dia 05 de março de 2017. As sugestões de aprimoramento do plano deverão ser por meio do endereço eletrônico: http://www.saude.gov.br/consultapublica

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Why do clinical trials of Xpert  MTB/RIF fail to show an effect on patient relevant outcomes?
T. H. Boyles
Int J Tuberc Lung Dis 2017; 21(3): 249-250
 
THE WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO) recommends that Xpert MTB/RIF (Cepheid, Sunnyvale, CA, USA) should be used instead of conventional microscopy, culture and drug susceptibility testing (DST) as the initial diagnostic test in adults with suspected multidrug-resistant tuberculosis (MDR-TB) or human immunodeficiency virus (HIV)-associated TB (strong recommendation, high quality evidence). This advice is based primarily on a systematic review and meta-analysis of diagnostic accuracy studies, which found a pooled sensitivity of 88% (95% credibility interval [CrI] 83–92) and pooled specificity of 98% (95% CrI 97–99) when Xpert replaces microscopy as the initial diagnostic test. This equates to a positive likelihood ratio (LR+) of 44 and a negative LR (LR- ) of 0.12.
 
There have now been eight trials evaluating the impact of Xpert on patient-relevant outcomes such as morbidity and mortality, and all have shown no benefit. This not only calls the WHO guidance into question, it also raises the question as to why a test with seemingly impressive diagnostic accuracy should fail in impact trials. A number of theories have been advanced, including deficiencies in trial design and trial conduct and the weaknesses of the health systems in which the trials were conducted. Application of the threshold approach to clinical decision making may also be helpful in solving this
conundrum.
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Sobre a Rede TB

A Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (REDE-TB) é uma Organização Não Governamental (ONG) de direito privado sem fins lucrativos, preocupada em auxiliar no desenvolvimento não só de novos medicamentos, novas vacinas, novos testes diagnósticos e novas estratégias de controle de TB, mas também na validação dessas inovações tecnológicas, antes de sua comercialização no país e/ou de sua implementação nos Programa de Controle de TB no País.


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